segunda-feira, junho 28, 2010

Lost in Translation

Há algo de profundamente humano e terno na estreia de Sofia Coppola no Cinema, algo de enormemente indescritível. Nela, reside uma força tão contemporânea como universal que molda a obra como uma autêntica carta de amor à mundividência social deste mundo, onde nunca houve tanto toque e proximidade entre cada um de nós e onde, também, nunca houve tanta distância e solidão. Sublime obra-prima.

13 comentários:

  1. Tenho que o rever. Lembro-me que o achei um bom filme, mas nenhuma obra-prima (nem nada que se pareça).
    4*

    Cumps.
    Roberto Simões
    » CINEROAD - A Estrada do Cinema «

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  2. Adoro tudo neste filme. E é mesmo um dos meus preferidos de sempre :)

    E "Somewhere" também já está a caminho.
    Só uma correcção, este não foi a estreia de Sofia Coppola no cinema, já que antes tinha feito "Virgens Suicidas", também ele muito bom

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  3. Um bom filme que reflecte imenso as palavras que dizes mas apelidar de obra-prima, ainda tenho as minhas dúvidas.


    Abraço
    Cinema as my World

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  4. Pois, também estou muito longe de o considerar obra-prima. E também preciso de o rever

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  5. "Adorável" é um bocado lamechas, mas parece-me um bom qualitativo x)

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  6. Somos unânimes, por estas bandas, em considerar o filme "um filme a ver", mas longe da obra-prima com que nos acenas. Penso que o João terá razão. Não sendo a estreia da senhora d. Sofia, "Virgens Suicidas" é um filme de culto (segundo ouvi) que muito ultrapassa este. Tem momentos lamechas, como diz o Diogo, mas isso não lhe retira beleza ou profundidade. Nós somos lamechas. Não há espécie mais lamecha que a nossa. O filme vale o que vale. E penso que vale mais para quem o entende por dentro. Para quem nele se revê e encontra um pouco, ou um muito, da sua própria existência. Esteticamente, não o acho interessante. Criativamente, acho-o limitado.

    (e esta, hein, amigo... tb sou crítico de cinema! :P )

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  7. Considero-o um excelente filme, e quanto a obra-prima também tenho as minhas francas dúvidas - mas entendo perfeitamente a atribuição. Discordo ali do Alexandre, a fotografia é deslumbrante.

    Abraço

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  8. Sim, não é a estreia de Coppola no cinema, peço desculpa pelo engano...

    Em relação ao resto discordo com a maioria de vocês. Também eu, quando visualizei este filme pela primeira vez, não senti grande coisa dele. E é preciso sentir, mais que ver, Lost in Translation. Talvez, seja mesmo como o Alexandre diz: "E penso que vale mais para quem o entende por dentro. Para quem nele se revê e encontra um pouco, ou um muito, da sua própria existência."
    De qualquer das formas, aconselho-vos a reverem Lost numa altura propícia e deixarem-se levar por ele...

    Abraços a todos e obrigado pelos comentários

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  9. Vi-o e gostei.
    Revi-o pela insistência do Ru em apelida-lo de obra prima.
    Sim, é um filme com que precisas de te "conectar" para realmente senti-lo. Acredito que o fiz. continuo a achar que é um bom filme, mas não uma obra prima.

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  10. Considero tanto "Lost in Translation" como "Virgens suicidas" filmes muito bons. O primeiro, julgo que causa mais impacto, pela história em si.No segundo, Sofia demonstra uma enorme sensibilidade.Fiquei com vontade de o rever.:)

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  11. Subscrevo as observações do Flávio e podia acrescentar-lhe um comentário pessoal, mas prefiro perguntar aos que me antecederam: por que não uma obra-prima?

    Cumprimentos ;)

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  12. Eu acho-o uma obra-prima, como disse é um dos meus filmes preferidos de sempre. Apaixonei-me desde o primeiro minuto em que vi pela primeira vez Lost in Translation. O que importa mesmo é o que cada filme nos faz sentir, e a força com que perdura na nossa memória. Lost in Translation é daqueles filmes que hei-de levar sempre comigo.

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  13. E afinal, sabemos quais sao as palavras finais segredadas?

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